A primeira impressão é de uma cidade pouco recptiva, talvez por causa do frio; mas um grande paradigma de minha mente foi quebrado: os curitibanos não são antipáticos como se falava, pelo contrário, super receptivos e sempre muito dispostos a ajudar quem está pela cidade.
O sistema de transporte é exemplo para o Brasil, a idéia das conexões em tubos (que funcionam como pontos de ônibus) permitem aos curitibanos uma boa economia no movimento pendular.
O frio que fazia na cidade era um charme a parte; na madrugada de quarta pra quinta os termômetros chegaram a marcar -2ºC; pra um carioca isso é frio além da conta. E parece que o frio era pra me afrontar (rs) porque a temperatura por lá já subiu, aliás na quinta feira, meu último dia na cidade, já dava pra perceber que o frio estava indo embora.
A cidade possui alguns pontos turísticos bem interessantes; um ônibus faz uma linha especial turísticas pela cidade e de meia em meia hora ele passa nesses pontos e mais uma vez a pontualidade é um marco. Destaques para o Jardim Botânico e Ópera do Arame. No jardim botânico me parece que são desenvolvidos alguns trabalhos cintíficos de interesse internacional e o centro histórico e o centro cívico da cidade são reflexos da organização e planejamento da cidade.
Por fim, o orgulho que os curitibanos tem de sua cidade. Da pra perceber no olhar deles, na fala de cada um, na organização que toda a população com certeza ajuda a manter; isso demonstra a necessidade da participação coletiva se quisérmos uma cidade limpa e mais justa para todos.
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