Estamos em ano de El niño! Mas parece que agora todos ano está acontecendo a mesma coisa! Chuvas e desastres. Como o desastre em Angra dos Reis e São Luiz do Paraitinga. Essa última ficou totalmente arrasada com a força das chuvas. Pensando assim, somos levados a pensar que a natureza é cruel e culpada por tudo isso. No entanto, penso diferente e também não culpo inteiramente o homem pois nós somos a natureza, fazemos parte dela e com ela estamos inseridos em seus ciclos.
O que me chama a atenção é a dimensão das consequências, disso sim o homem é inteiramente culpado. Recentemente, em um discurso bastante enfático o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), defendeu a “radicalização” contra a ocupação desordenada das encostas de Angra dos Reis. No entanto, moradores e ambientalistas de Ilha Grande recolhem, há quatro meses, assinaturas contra um decreto de Cabral que abriu uma brecha para novos imóveis na região. Projeto que prevê construção em áreas não edificáveis da Área de Proteção Ambiental (APA) de Tamoios. Um deputado do PT propôs um projeto de lei que suspende o decreto. “Alteração de zoneamento ambiental tem de passar pelo Legislativo. Espera-se que a tragédia acelere a tramitação na Assembléia.
A tragédia fez com que os governos se mobilizassem e liberassem altíssimas verbas para ajuda, mas o que me intriga é porque só depois que acontece alguém faz algo? Será que eles não viram as construções em áreas não edificáveis? Dai a minha questão: quem são os culpados?
Agora várias casa interditadas, vidas encerradas. Resultados da natureza? O acontecimento foi natural, as consequências foram antrópicas.
A tragédia fez com que os governos se mobilizassem e liberassem altíssimas verbas para ajuda, mas o que me intriga é porque só depois que acontece alguém faz algo? Será que eles não viram as construções em áreas não edificáveis? Dai a minha questão: quem são os culpados?
Agora várias casa interditadas, vidas encerradas. Resultados da natureza? O acontecimento foi natural, as consequências foram antrópicas.
Os mais alarmistas falam em consequências do aquecimento global, climatologistas já dizem que esses eventos sempre ocorreram e que são ainda mais intensos em ano de El niño. Resta-nos uma esperança: o Ministério público do Rio de Janeiro abrirá investigações sobre as construções desordenadas, e junto com essa esperança um preocupação: quem pagará por tudo isso? Que parcela da sociedade terão suas casas demolidas.
Que coisa, devo estar ficando chato, esse meu discurso já é tão velho e tão usado por quase todos! Será que estamos sendo fadonhos ou não estamos sendo ouvidos?
Fontes:
uai portal de notícias
Globo.com
Folha on line


É, pelo jeito a chuva não está pra brincadeira esse ano não, agora, alagamentos, enchentes, deslizamentos de terra, é conseguência da ação do homem mesmo(eu acho). É muito desmatamento, muita poluição, pouca arborização... Não sei onde vamos chegar...
ResponderExcluir