A Apple teria admitido que usou trabalho infantil em fábricas de construção de computadores, iPods e aparelhos celulares.
Segundo a edição eletrônica do jornal "The Daily Telegraph" desta terça-feira (2), no mínimo 11 jovens de 15 anos foram descobertos trabalhando em três fábricas que abastecem a companhia."
E agora, os simplórios que dizem que consumidores de maconha financiam a violëncia vão parar de usar computadores, iPods e celulares desta empresa?
Ou vão continuar, de acordo com sua própria visão míope da realidade, alimentando a exploração da mão de obra infantil no terceiro mundo?
Vão parar de beber Coca-Cola e uísque para não financiar a intromissão e as chacinas que o exército americano comanda no Iraque?
E tênis da Nike, usam? Ou boicotam em solidariedade aos semiescravos do Sudeste Asiático?
Quanta hipocrisia!
É óbvio que se não pudesse traficar (no caso da liberação e da venda controlada pelo estado) essa bandidagem revoltada e desprovida de ideais políticos ganharia a vida de outra forma, sequestrando por exemplo.
Violência sempre há, o que muda é o pretexto. E o que dizer do Oriente Médio, onde ela explode de forma não ligada ao comércio de substâncias ilícitas? Se liberarem a droga no Brasil e deixarem esses bandos de fora do comércio, o crime eclodirá em outra de suas muitas modalidades e aí não poderão mais culpar os dependentes químicos nem os consumidores ocasionais, como tem sido conveniente.
Traficantes se armam porque seu negócio é proibido por lei. Lei votada e mantida por muitos desses salafrários que escondem dinheiro na meia. Se a droga fosse liberada, como é o álcool, seus comerciantes não seriam bandidos, como não são os donos de birosca que vendem pinga a um infeliz às sete da manhã. Droga mata? E cachaça? E os salgadinhos que a propaganda enfia pela goela de nossas crianças obesas? Viver mata.
Vinicius de Moraes bebia para fazer poesia, outro bebe para dar dez tiros na cara da mulher. E aí? Pelo fato de entre 10% e 15% da população serem alcoólatras, 85% devem ser impedidos de tomar seu vinho ou seu chope?
Não sou a favor da proibição do álcool, sou a favor da proibição da publicidade de álcool, principalmente na TV.
Não defendo as drogas, como os simplórios vão dizer, defendo as liberdades individuais de quem não prejudica os outros. Esse papo de financiar a violência é uma artimanha que os falsos moralistas descobriram para poder criticar quem usa droga sem fazer mal a ninguém.
No Brasil, quem alimenta a criminalidade não são os consumidores de droga, mas a fraca rede pública de educação, a falta de oportunidades aos jovens, a criminosa concentração de renda', a impunidade dos criminosos de colarinho branco e os valores distorcidos ensinados às crianças pela televisão diariamente.
Segundo a edição eletrônica do jornal "The Daily Telegraph" desta terça-feira (2), no mínimo 11 jovens de 15 anos foram descobertos trabalhando em três fábricas que abastecem a companhia."
E agora, os simplórios que dizem que consumidores de maconha financiam a violëncia vão parar de usar computadores, iPods e celulares desta empresa?
Ou vão continuar, de acordo com sua própria visão míope da realidade, alimentando a exploração da mão de obra infantil no terceiro mundo?
Vão parar de beber Coca-Cola e uísque para não financiar a intromissão e as chacinas que o exército americano comanda no Iraque?
E tênis da Nike, usam? Ou boicotam em solidariedade aos semiescravos do Sudeste Asiático?
Quanta hipocrisia!
É óbvio que se não pudesse traficar (no caso da liberação e da venda controlada pelo estado) essa bandidagem revoltada e desprovida de ideais políticos ganharia a vida de outra forma, sequestrando por exemplo.
Violência sempre há, o que muda é o pretexto. E o que dizer do Oriente Médio, onde ela explode de forma não ligada ao comércio de substâncias ilícitas? Se liberarem a droga no Brasil e deixarem esses bandos de fora do comércio, o crime eclodirá em outra de suas muitas modalidades e aí não poderão mais culpar os dependentes químicos nem os consumidores ocasionais, como tem sido conveniente.
Traficantes se armam porque seu negócio é proibido por lei. Lei votada e mantida por muitos desses salafrários que escondem dinheiro na meia. Se a droga fosse liberada, como é o álcool, seus comerciantes não seriam bandidos, como não são os donos de birosca que vendem pinga a um infeliz às sete da manhã. Droga mata? E cachaça? E os salgadinhos que a propaganda enfia pela goela de nossas crianças obesas? Viver mata.
Vinicius de Moraes bebia para fazer poesia, outro bebe para dar dez tiros na cara da mulher. E aí? Pelo fato de entre 10% e 15% da população serem alcoólatras, 85% devem ser impedidos de tomar seu vinho ou seu chope?
Não sou a favor da proibição do álcool, sou a favor da proibição da publicidade de álcool, principalmente na TV.
Não defendo as drogas, como os simplórios vão dizer, defendo as liberdades individuais de quem não prejudica os outros. Esse papo de financiar a violência é uma artimanha que os falsos moralistas descobriram para poder criticar quem usa droga sem fazer mal a ninguém.
No Brasil, quem alimenta a criminalidade não são os consumidores de droga, mas a fraca rede pública de educação, a falta de oportunidades aos jovens, a criminosa concentração de renda', a impunidade dos criminosos de colarinho branco e os valores distorcidos ensinados às crianças pela televisão diariamente.
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